Costuma-se dizer que os corretores de imóveis tendem a supervalorizar os
imóveis para ganhar a simpatia do proprietário e garantir um contrato de
exclusividade . Na verdade, essa é uma estratégia perdedora: a venda será
muito mais difícil de ser concluída posteriormente. O corretor tem todo o incentivo
para anunciar um imóvel pelo seu valor justo de mercado (talvez até um pouco
acima do valor real, para seu próprio benefício e o do proprietário), em vez de
deixar uma venda se arrastar por meses por uma transação hipotética. Se a
venda não for concretizada, a imobiliária não recebe sua comissão e o corretor
certamente não!
Assim que o contrato de compra e venda for assinado com o proprietário, o
corretor de imóveis terá o direito de agir em nome de seu cliente. Sua primeira
tarefa será encontrar um comprador.
Para isso, ele começará por:
Aproveitando seu banco de dados de potenciais compradores,
Publique a oferta no site da agência e na vitrine da agência física.
Publique a oferta no maior número possível de sites de anúncios imobiliários.
O objetivo deles é garantir um número suficiente de visitas para gerar uma
proposta de compra. O corretor de imóveis então agendará as visitas e fornecerá
feedback ao proprietário.
Encontre um comprador – Após as visitas, o agente imobiliário espera receber
uma ou mais propostas de compra . Antes de apresentá-las ao vendedor, ele as
analisa. Isso permite que o agente identifique os compradores mais promissores,
principalmente aqueles com maior probabilidade de obter um financiamento, e
os priorize. O vendedor, então, só precisa escolher a proposta que melhor atenda
às suas necessidades.
Nota do Anthony: Algumas agências aplicam regras apresentadas como “éticas”.
A primeira oferta recebida pelo preço pedido é considerada prioritariamente. Se
a proposta não for adequada (entrada, salário, emprego, etc.), as demais ofertas
são analisadas na ordem de recebimento. O proprietário pode apenas aceitar ou
rejeitar a oferta, sem poder escolher entre elas. Em teoria, uma oferta pelo preço
pedido que chega primeiro tem prioridade sobre uma oferta superior ao preço
pedido, mesmo que recebida posteriormente (mas é aí que a ética acaba!).
https://indiceimoveis.com.br/empreendimento/36802/jardim-solare-aurora/
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Deveres e responsabilidades
Tornar-se um veterinário pode ser uma escolha de carreira gratificante e gratificante para aqueles que são apaixonados pela saúde e bem-estar animal. Seguem alguns de seus deveres e responsabilidades: Diagnosticando e tratando doenças, ferimentos e doenças em animais: Os veterinários realizam exames físicos, revisam históricos médicos e usam testes de diagnóstico, como raios-X e exames de sangue, para diagnosticar e tratar uma ampla gama de condições médicas em animais.
Execução de procedimentos cirúrgicos: Os veterinários realizam procedimentos cirúrgicos que vão desde esterilização e castração de rotina até cirurgias mais complexas para tratar ferimentos ou doenças. Prescrever medicamentos e fornecer cuidados preventivos: Os veterinários prescrevem medicamentos e fornecem cuidados preventivos, como vacinas, prevenção de parasitas e atendimento odontológico para manter a saúde e o bem-estar dos animais.
Educar os donos e cuidadores de animais: Os veterinários educam os donos e cuidadores de animais sobre práticas adequadas de cuidados com os animais, nutrição e posse responsável de animais de estimação. Realização de pesquisas: Alguns veterinários trabalham em pesquisas para desenvolver novos tratamentos e tecnologias para melhorar a saúde e o bem- estar dos animais. Monitoramento e controle da propagação de doenças:
Os veterinários desempenham um papel crucial na saúde pública, monitorando e controlando a propagação de doenças que podem ser transmitidas entre animais e humanos. Prestação de cuidados de emergência: Os veterinários prestam cuidados de emergência a animais feridos ou em estado crítico. Aconselhamento sobre bem-estar animal: Os veterinários fornecem aconselhamento e orientação sobre questões de bem-estar animal, como abuso, negligência e crueldade animal.
Para se manter atualizado sobre as novidades do setor imobiliário
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Na iad, todos os nossos agentes de vendas independentes são apaixonados pelo mercado imobiliário, mas não só por isso. Eles também valorizam a liberdade que essa atividade lhes proporciona, o treinamento contínuo, as ferramentas digitais inovadoras e a rede de apoio. Negociação imobiliária: técnicas, conselhos e treinamento – A negociação imobiliária tornou- se uma habilidade essencial para apoiar com eficácia tanto vendedores quanto compradores. Sua capacidade de analisar o mercado, antecipar objeções e construir uma proposta de venda clara influencia diretamente o bom andamento do projeto, a satisfação dos seus clientes e o valor final da transação . Em um contexto onde taxas de juros , crédito , empréstimos e garantias financeiras para compras de imóveis têm um impacto tangível em todas as etapas, saber negociar tornou-se simplesmente indispensável.
Faça um balanço dos métodos profissionais, dos reflexos a adotar, bem como das ferramentas e da formação que lhe permitam melhorar os seus resultados na negociação imobiliária. Por que a negociação imobiliária se tornou essencial? O mercado está em constante mudança, os preços flutuam de acordo com o valor de mercado local por metro quadrado , a demanda varia de uma região para outra e fatores como taxas de juros , seguros , capacidade de financiamento e condições de aplicação influenciam as decisões.
A margem de negociação no mercado imobiliário depende tanto do estado do imóvel quanto das opções de financiamento do comprador . Do lado dos vendedores, o objetivo é garantir a viabilidade do projeto e obter um preço justo . Já os compradores comparam imóveis semelhantes com mais atenção antes de fazer uma oferta , seja uma casa ou um apartamento . De fato, o conhecimento do mercado local, do histórico de vendas e dos dados imobiliários ajudam a explicar por que um preço precisa ser ajustado ou defendido. A negociação imobiliária, portanto, depende de clareza, conhecimento e análise.
Como o Garantme Console pode recolocar o elemento humano no centro da profissão de corretor de imóveis?
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A vantagem de uma ferramenta como o Garantme Console é que ela permite ao agente imobiliário concentrar-se no seu trabalho, poupando-lhe tempo em tarefas operacionais: Gerenciamento de arquivos de aluguel Subscrição de produtos de seguros Rastreamento de reclamações Otimizando horários Centralizando leads imobiliários – O trabalho deles não se resume apenas a fazer vendas, mas também a otimizar o relacionamento com o cliente .
Mais tempo para se comunicar, responder perguntas e resolver problemas — é isso que diferenciará sua imobiliária da concorrência. A nossa ferramenta, ao lidar com análises de casos e procedimentos legais, permite que os agentes imobiliários se concentrem em tarefas de alto valor agregado para a sua agência! Em última análise, a tecnologia é um trunfo para recolocar os seres humanos no centro da atividade das agências imobiliárias. Uma imobiliária é uma empresa que oferece seus serviços a clientes.
E, como todas as empresas, deve implementar uma gestão de relacionamento com o cliente otimizada para obter vantagem competitiva e melhorar sua imagem em relação à concorrência. Um bom atendimento ao cliente envolve escuta ativa, acompanhamento, personalização de serviços e ofertas e comunicação otimizada. Ferramentas como o Garantme Console permitem que os agentes imobiliários economizem tempo em suas tarefas operacionais para se concentrarem em otimizar a experiência do cliente.
Direitos do inquilino: o que o proprietário é obrigado a consertar?
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Alugar um imóvel envolve uma série de direitos e deveres para ambas as partes. Uma das maiores fontes de conflito entre locadores e locatários é a manutenção da propriedade: afinal, quem deve pagar pelo conserto quando algo quebra? A resposta principal está na Lei do Inquilinato (Lei 8.245/91), que define as responsabilidades de cada um para garantir a habitabilidade do imóvel. Problemas estruturais e vícios ocultos O proprietário é o responsável legal por manter o imóvel em condições de uso.
Isso significa que ele deve arcar com todos os reparos que dizem respeito à estrutura da edificação ou problemas que já existiam antes da locação (vícios ocultos). Entre as obrigações do proprietário, destacam-se: Infiltrações e umidade: Problemas no telhado, calhas ou tubulações centrais. Rede elétrica e hidráulica: Substituição de fiação antiga, reparos em colunas de água ou esgoto. Rachaduras e defeitos estruturais: Qualquer dano que comprometa a segurança da construção.
Desgaste natural do tempo: Substituição de portões enferrujados ou muros que cederam pela ação climática. O que é dever do inquilino? Por outro lado, o inquilino é responsável pela manutenção preventiva e pelos danos causados pelo uso cotidiano. Se o problema surgiu devido ao mau uso ou falta de cuidado básico, a conta é de quem está morando. São exemplos de responsabilidade do locatário: Troca de lâmpadas e resistências de chuveiro. Conserto de torneiras, vasos sanitários ou pias entupidas por resíduos. Vidros quebrados ou fechaduras danificadas por uso excessivo. Pintura interna (ao final do contrato, conforme a vistoria).
Como proceder em caso de defeitos? Ao identificar um problema que seja dever do proprietário, o inquilino deve notificar a imobiliária ou o locador imediatamente, de preferência por escrito e com fotos. Se for um reparo urgente e o proprietário não agir, a lei permite que o inquilino realize o conserto e peça o reembolso ou abatimento no aluguel, mas é fundamental que tudo seja documentado e comunicado previamente para evitar impasses jurídicos. A regra de ouro é sempre consultar o laudo de vistoria inicial. Ele é o documento que comprova o estado do imóvel antes da entrega das chaves e serve como base para definir quem deve arcar com cada reparo.
Dicas para quem quer alugar um imóvel e sublocar quartos
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Sublocar quartos tornou-se uma alternativa inteligente para quem deseja reduzir o custo do aluguel ou até mesmo morar em uma localização privilegiada dividindo as despesas. No entanto, essa prática exige cuidados estratégicos e jurídicos para não gerar dores de cabeça. Se você está pensando em seguir por esse caminho, confira as dicas essenciais para ter sucesso nessa empreitada.
1. Atenção total à Lei do Inquilinato O ponto mais importante de todos: a sublocação só é permitida se houver consentimento expresso do proprietário por escrito. De acordo com a Lei do Inquilinato (Lei 8.245/91), se o contrato proibir a sublocação ou for omisso, você não pode colocar outra pessoa para morar e pagar aluguel sem autorização. Antes de fechar o negócio, negocie essa cláusula com o dono do imóvel ou com a imobiliária.
2. Escolha o imóvel com o perfil certo Para sublocar quartos, a planta do imóvel importa muito. Procure casas ou apartamentos que ofereçam: Privacidade: Quartos bem distribuídos e, se possível, com suítes. Áreas comuns funcionais: Uma cozinha espaçosa e uma sala arejada facilitam a convivência. Localização estratégica: Imóveis próximos a universidades, centros empresariais ou estações de metrô têm uma procura muito maior por quartos.
3. Selecione bem os sublocatários Lembre-se que, perante o proprietário, você é o único responsável. Se o sublocatário não pagar a parte dele ou causar danos ao imóvel, o prejuízo financeiro e jurídico será seu. Por isso, peça referências, analise o perfil de quem pretende morar com você e estabeleça regras claras de convivência e limpeza desde o primeiro dia.
4. Formalize a divisão de custos Mesmo que seja algo informal entre amigos, o ideal é ter um contrato de sublocação simples. Deixe registrado o valor do aluguel, como serão divididas as contas de consumo (água, luz, internet) e qual o prazo de permanência. Isso evita mal-entendidos e garante segurança para ambas as partes. Conclusão Sublocar quartos é uma excelente forma de otimizar o orçamento doméstico, desde que feita com transparência e dentro da legalidade. Com um bom planejamento e uma escolha criteriosa do imóvel, você transforma o aluguel em um investimento sustentável.
Quanto ganha um agente imobiliário?
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Os rendimentos de um corretor de imóveis variam bastante dependendo da
localização, experiência e volume de vendas. De acordo com o Indeed , o salário
médio anual de um corretor de imóveis nos EUA é de US$ 100.351, com a renda
proveniente principalmente de comissões de 5% a 6% sobre as vendas de
imóveis. As comissões representam a maior parte de sua renda, portanto, os
ganhos dos corretores dependem do número e do valor das transações que
fecham.
Qual é a comissão de um agente imobiliário? Os corretores de imóveis
geralmente recebem uma comissão de 5% a 6% do preço de venda do imóvel,
que é dividida entre os corretores do comprador e do vendedor. Por exemplo,
em uma casa de US$ 300.000, uma comissão de 6% equivale a US$ 18.000,
divididos entre os corretores e suas imobiliárias. Isso significa que cada corretor
pode ganhar entre US$ 4.500 e US$ 5.400 por transação após a divisão com
suas imobiliárias.
Agora que você entende as responsabilidades diárias, o potencial de ganhos e
o investimento de tempo necessário para se tornar um corretor de imóveis, está
pronto para dar o salto para essa carreira dinâmica? Se sim, comece sua jornada
com um provedor de educação imobiliária confiável , como o Agent Campus da
360training . Inscreva-se em nosso treinamento pré-licença imobiliária e dê o
primeiro passo para obter sua licença.
Já é um agente licenciado? Mantenha-se à frente no setor com nossos cursos
de educação continuada para aprimorar suas habilidades e atender aos
requisitos de renovação.
Câncer de ovário: a importância de valorizar sintomas vagos para um diagnóstico ágil
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O câncer de ovário é, talvez, um dos maiores desafios diagnósticos da ginecologia oncológica contemporânea. Diferente do colo do útero, que dispõe do rastreamento citopatológico (Papanicolau) consolidado, ou da mama, com a mamografia, o ovário não possui um exame de screening de massa com alta sensibilidade e especificidade para populações assintomáticas. O resultado dessa lacuna biológica e técnica é estatisticamente severo: cerca de 75% dos casos são detectados em estádios avançados (III ou IV), quando a doença já ultrapassou os limites da pelve.
O grande entrave não é a ausência de sinais, mas a inespecificidade deles. Imagine uma paciente de 55 anos, em plena transição para a pós-menopausa, que queixa-se de distensão abdominal persistente, sensação de empanzinamento e uma leve urgência urinária. Em um cenário de pronto atendimento ou clínica geral, esses sintomas são frequentemente atribuídos à síndrome do intestino irritável, intolerâncias alimentares ou cistites. No entanto, na ginecologia especializada, aprendemos que a persistência desses “sintomas vagos” por mais de 12 ou 15 dias no mês é um sinal de alerta que exige investigação imediata.
Do ponto de vista técnico, a biologia do carcinoma seroso de alto grau — o subtipo mais comum e agressivo — é caracterizada por uma disseminação celômica. As células neoplásicas se desprendem do ovário ou das fímbrias das tubas uterinas e navegam pelo fluido peritoneal, podendo causar pequenos implantes no epíplon e nas superfícies serosas. Esse processo gera a ascite (acúmulo de líquido), que é a causa real do inchaço abdominal que a paciente relata. Quando a mulher percebe o aumento do volume abdominal, muitas vezes já estamos diante de uma carcinomatose peritoneal. A tríade de investigação inicial Quando a suspeita clínica é levantada, a propedêutica deve ser ágil e estruturada. Não podemos nos dar ao luxo de “esperar o próximo ciclo” para reavaliar.
A abordagem padrão envolve: Ultrassonografia Transvaginal com Doppler: É a nossa primeira linha. Buscamos por massas anexiais complexas, septos espessos, projeções papilares e vascularização interna de baixa resistência. O uso do índice IOTA (International Ovarian Tumor Analysis) ajuda a estratificar o risco de malignidade com maior precisão. Marcadores Tumorais (CA-125): Embora seja o marcador clássico, ele exige cautela interpretativa. Em mulheres pré-menopausadas, o CA-125 pode elevar-se por endometriose, miomas ou processos inflamatórios pélvicos. Contudo, em mulheres após a menopausa, uma elevação significativa associada a uma imagem suspeita é um preditor fortíssimo de malignidade. Tomografia de Abdome e Pelve: Essencial para o estadiamento.
Ela nos permite visualizar se há comprometimento de linfonodos, implantes no diafragma ou metástases hepáticas, fundamentando a decisão entre uma cirurgia de citorredução primária ou quimioterapia neoadjuvante. Um ponto crítico que frequentemente discutimos em consultório é a genética. Cerca de 15% a 20% dos cânceres epiteliais de ovário estão ligados a mutações germinativas, principalmente nos genes BRCA1 e BRCA2. Isso significa que o histórico familiar de câncer de mama, ovário, próstata ou pâncreas não é apenas um detalhe na anamnese, mas uma ferramenta de estratificação de risco. Para pacientes com mutação confirmada, a cirurgia redutora de risco (salpingo-oforectomia profilática) após a prole constituída é a única estratégia que realmente impacta a mortalidade.
A influência do design biofílico na valorização de apartamentos
A influência do design biofílico na valorização de apartamentos No mercado imobiliário atual, o conceito de morar bem mudou. Hoje, compradores e locatários não buscam apenas metros quadrados, mas sim bem-estar e conexão com o ambiente. É aqui que o design biofílico se destaca como uma ferramenta poderosa de valorização patrimonial. O que é o design biofílico? O termo vem de “biofilia”, que significa “amor à vida”. Na arquitetura e no mercado imobiliário, o design biofílico é a estratégia de integrar elementos da natureza aos espaços internos. Isso vai muito além de colocar um vaso de planta no canto da sala; trata-se de priorizar a iluminação natural, a ventilação cruzada, o uso de materiais orgânicos (como madeira e pedra) e a presença de vegetação e água.
Por que ele valoriza o imóvel? Apartamentos que adotam essa tendência tendem a ter um valor de mercado superior por três motivos principais: 1. Bem-estar psicológico: Estudos comprovam que o contato com a natureza reduz o estresse e aumenta a produtividade. Um imóvel que promove saúde mental é um produto muito mais atrativo. 2. Diferenciação estética: Em um mar de prédios de concreto, um apartamento com jardins verticais ou grandes aberturas para luz natural se destaca visualmente nos anúncios. 3. Eficiência energética: O uso inteligente de luz e ventilação natural reduz custos com energia, um diferencial competitivo importante para investidores e moradores.
Dicas práticas para corretores e proprietários Se você quer valorizar um imóvel para venda ou locação, considere estas intervenções rápidas: Maximize a luz: Use cortinas leves e espelhos para refletir a claridade natural. Materiais naturais: Invista em detalhes em madeira, palha ou linho. Eles trazem aconchego imediato. Vegetação estratégica: Crie “pontos focais” verdes, como uma horta na varanda ou uma parede de plantas na sala de estar. O design biofílico não é apenas uma moda passageira, mas uma resposta à necessidade humana de reconexão. Para o corretor de imóveis, saber destacar esses atributos é a chave para fechar negócios mais rápidos e lucrativos. Afinal, vender um estilo de vida saudável é muito mais fácil do que vender apenas paredes.
A importância de participar de associações de classe
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A importância de participar de associações de classe No dinâmico mercado imobiliário, a atuação isolada pode limitar o crescimento de corretores e imobiliárias. Participar de associações de classe não é apenas uma formalidade, mas uma decisão estratégica para quem deseja se consolidar no setor. Essas entidades funcionam como um suporte essencial, unindo profissionais em prol de objetivos comuns. Networking e Parcerias de Negócios Um dos maiores benefícios de estar em uma associação é o networking. O contato direto com outros corretores e gestores facilita parcerias em vendas e locações. Muitas vezes, um imóvel que está na sua carteira é exatamente o que o cliente de um colega procura.
As associações promovem esse ecossistema de colaboração, acelerando o fechamento de contratos e aumentando o faturamento. Credibilidade e Segurança para o Cliente Para quem deseja alugar ou vender um imóvel, a segurança é a prioridade. Quando um corretor de imóveis está vinculado a uma associação respeitada, ele transmite maior credibilidade ao mercado. Isso demonstra que o profissional segue um código de ética rigoroso e está atualizado com as normas do setor.
Essa confiança é um diferencial competitivo crucial na hora de conquistar novos clientes. Atualização Profissional e Suporte Jurídico O mercado imobiliário sofre constantes mudanças em legislações e tendências de consumo. As associações de classe oferecem cursos, palestras e workshops que mantêm o profissional na vanguarda do setor. Além disso, muitas entidades disponibilizam suporte jurídico especializado, auxiliando em dúvidas sobre contratos de compra e venda ou processos de locação, o que previne problemas futuros para o corretor e para o cliente.
Representatividade e Força no Setor Estar associado significa ter voz ativa. As associações representam os interesses da categoria perante órgãos governamentais, lutando por melhorias nas condições de trabalho e por políticas que fomentem o mercado imobiliário. Individualmente, é difícil gerar mudanças, mas coletivamente a classe ganha força para moldar o futuro da profissão. Em resumo, participar de uma associação de classe é investir na própria carreira e garantir uma atuação mais segura, ética e lucrativa no competitivo universo imobiliário.